domingo, 18 de abril de 2010

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Ritmo visual.

O ritmo é um movimento que pode ser caracterizado como um conjunto de sensações de movimentos encadeados ou de conexões visuais ininterruptas,na maior parte da vezes uniformemente continuas ou seqüências ou semelhantes ou ainda alternativas.

Tivemos uma aula sobre esse assunto,e de uma forma bem diferente a professora nos mostrou e nos ensinou sobre o tema.Com explicações,e colocando a classe acomodada entre cadeiras,barbantes e sentados no chão.Explicação que foi mostrada com fotografias tiradas pelo fotografo japonês Eli K Hayasaka.Agora vai ser a vez da classe fazer o que o fotografo fez,fotografar um ritmo visual,sendo essa fotografia dentro da universidade e depois mostrar para a turma o que conseguimos captar com nossas lentes amadoras.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A critica de arte.

A critica de arte é tão antiga quanto a própria arte.E foi se desenvolvendo conforme o homem aprendia a explorar a sua percepção estética.Julgamentos como "gostei","não gostei","é belo",vale tanto para o público em geral,como para a critica profissional,especializada.Na Grécia surgiram os primeiros estudos sobre estética e arte,tendo uma critica de caráter filosófico.A critica de arte é importante por provocar convergência de gostos e de critérios de apreciação artística.A diferença entre o julgamento do critico profissional,especializado e do público leigo é que o especialista utiliza de critérios objetivos,que refletem como a própria arte,o pensamento de uma época.Por isso desenvolve ao lado da história da arte a história da critica de arte.O julgamento critico da arte não tem apenas a função de estabelecer uma estética ou selecionar artistas e obras.Lionello afirma que uma preferência é sempre o começo de uma critica.Essa atitude critica é a expressão dos sentimentos que nos despertam a obra de arte.

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segunda-feira, 29 de março de 2010

O prazer na experiência estética

É um sentimento, que provoca polemica, pois nem sempre, uma experiência estética traz prazer para quem a provoca, podendo estar adiante da beleza física, e mesmo assim termos reações emocionais desprazeirosas.

O sentimento que você tem quando esta adiante de alguma arte, observando não é iguala da vida cotidiana. Exemplo, se você vê uma cena de teatro, cinema, etc. é diferente quando você vê na realidade. Você vê uma pessoa ser agredida, ou morta num espetáculo é diferente quando você vê realmente, na cena você sente desconforto, mais é simbólico, porque após você analisa o talento de quem provocou a cena, no entanto na realidade o sentimento é outro.

Alguns, diante de algumas obras, não experimentam esta experiência estética, pois tendo diretamente ou não alguma relação com ela, perdem a percepção pratica em relação com a estética, deixando a arte de lado, para relacionar às vezes com o que faz na prática, sentindo como se fosse uma critica para consigo mesmo. Como se um policial que assiste a um filme onde se vê cenas de corrupção, ele não relaciona a arte que vê, nem separa sua profissão com o espetáculo em si, misturando aí a percepção pratica com a estética.

Há também aqueles que indiferentemente não percebem a experiência estética por não ter conhecimento nenhum, sobre o que esta vendo, para ter prazer deve-se ter um mínimo de aprendizado de códigos estéticos presente em suas vidas e épocas. Quando por exemplo se ouve uma musica que não está acostumado ou não teve este mínimo de aprendizado, é difícil de ter uma experiência estética com ela, pois esta pessoa esta acostumada com a sua musica cotidiana, do seu dia a dia.

È preciso aprender a entender o conteúdo da obra, para se ter o prazer de apreciá-la.

È preciso aprender arte, para se ter a experiência estética, pois não tendo uma percepção justa, não entendendo a arte, não se terá esta experiência.

domingo, 21 de março de 2010

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Leitura de imagem.

Tivemos uma aula que a professora Elisa levou varias pinturas,de vários artitas.Aula essa bem interessante,nos dividimos em grupo e cada um escolheu e analisou uma obra diferente.Analisar essas obras é bem legal,avaliamos vários aspectos e observamos coisas que as vezes em outro momentos quando olhamos passa despercebido.Fizemos a descrição,em que descrevemos o que realmente se vê na pintura.A análise,em que avalimos formas,cores,textura tamanho.Fizemos também a interpretação,que diz a respeito da intenção,do propósito do artista,o que se pode interpretar daquela obra.O julgamento é quando avaliamos o valor,se é uma obra boa ou ruim,justificando essa avaliação como formalismo,expressionismo ou instrumentalismo.Assim cada grupo apresentou a obra que escolheu,falando o que tinham interpretado.Portando conhecemos várias obras e artistas,tivemos um conhecimento mais profundo,nos possibilitando ter um envolvimento maior com obras de arte.