segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Viagem para Inhotim

A Viagem foi realizada no dia 14 de novembro de 2009, para o Instituto Inhotim, localizado na cidade de Brumadinho, Minas Gerais, tenho certeza que ficará na memória de todos os alunos de comunicação social do 2° período. Por ter sido a primeira viagem da turma e também pelo lugar incrível que visitamos.
A professora Elisa, da disciplina Estética em Comunicação, em todas as aulas vivia falando deste Instituto de Arte, ouriçando muito a curiosidade dos alunos. Todos ficavam se perguntando o que havia de tão espetacular para que ela ficasse todas as aulas falando sobre aquele desconhecido e inusitado lugar para nós. Com a sabedoria de uma grande professora, Elisa, logo imaginou que ficar apenas falando não iria adiantar em nada. Tomou uma decisão e decidiu levar todos os alunos da disciplina para conhecer o lugar. Mas que complicação que foi para conseguir essa viagem. No começo, nos informaram que a passagem seria de R$ 160,00, apenas para o ônibus. A idéia de conhecer as artes contemporâneas parecia distante, pois os alunos não teriam como estar pagando esse valor para viajarem. Mas com um projeto bem feito, enviado á pró-reitoria pela professora, conseguiu que a viagem seria “na faixa”, isso mesmo, sem pagar nada. Apenas a entrada em Inhotim. A turma toda ficou eufórica. Na semana da viagem, Elisa passou as orientações sobre a viagem, o que poderia ou não fazer. Era grande a ansiedade para chegar o dia 14. Na sexta feira, dia 13,horas antes de partimos, ainda tínhamos 3 aulas, que pareciam que não terminavam nunca. Terminada as aulas as 10h30, os 20 alunos que iriam viajar foram embora para buscar suas coisas nas suas casas e voltar para embarcar ás 00h00.
A galera toda reunida dentro da universidade no local marcado, esperava ansiosamente pela chegada do ônibus. A expectativa era muito grande, todos apreensivos até a chegada “busão”. Pouco a pouco fomos subindo e ocupando as poltronas. Fomos nos acomodamos e guardando as coisas. Quando a professora avisa: “Todos com o documento na mão porque o motorista, Senhor Matias, iria passar olhando se a documentação pedida estava correta. Mas ninguém esperava por uma surpresa, Lorena, estudante de Publicidade e propaganda não encontra sua Identidade, e o clima começa a ficar tenso, e talvez sua viagem estaria comprometida. Não encontrando o documento, a aluna se desespera, e liga para sua mãe tentar encontrar ela de qualquer maneira que há poucos minutos ela estaria passando lá para pegar. Isso porque o motorista, muito paciente disse que poderia passar próximo de sua casa para estar pegando seu documento. Não passou de 20 minutos e estava lá, Lorena toda suada com sua identidade na mão. E a viagem prosseguiu.
Para muitos, na ida seria uma bagunça, pois era a primeira viagem da turma juntos, mas não aconteceu nada disso. Com a as luzes apagadas, a maioria da galera que se encontrava da metade do ônibus para frente foi dormindo, como Aírton, Wallace, Cristian, Professora Elisa, Jeferson, Pabliene, entre outros. Já a turma do fundo não fazia nenhuma farra, sem barulho algum, apenas conversavam bem baixinho respeitando os colegas de turma que estavam descansando.
Mas nem tudo estava tão quieto. De repente, as duas últimas poltronas começam a ficar inquietas. É um vai e volta de pessoas, sem saber que estar sentado lá. Em certo momento se param de mudar de lugar, mas não de se mexerem. As pessoas que sentaram no fundo não paravam de se mexer, e o que vocês acham? Como eu sentei na penúltima poltrona, era impossível de dormir. E o banheiro? Era um entre e sai. Com uma ou duas pessoas? Então, continuando, as 04h30 paramos em um posto para esticarmos as pernas e comer alguma coisa. Nem todos desceram, apenas alguns alunos quiseram comer algo, ir ao banheiro e voltaram para o busão. Depois de um bom tempo sem dormir e de muita “inquietação” no fundo e no banheiro, todos dormiram.
De repente ás 07h30 da manhã, ouvi um grito: “Chegou gente, chegou.”. Acordando todo mundo que ainda estava dormindo, quem será que era que gritava? Lógico que era o Was. Ele só faz isso. Chegamos? Nem pensar ainda tinha muito chão pela frente. Mas depois de acordar, todos começaram a se arrumar. Meninas tiraram suas nécessaires da mochila e começavam a se produzir. Maquiagem, escova, brincos, anéis rolavam solto no ônibus. O principal acessório que predominava em todos os rostos eram os óculos de sol. E a Elisa, nossa professora á procura de seu travesseiro que havia perdido no dentro do ônibus. Chegando na cidade, ás 08h00, já se via o sol brilhando. A primeira parada em Brumadinho foi na Padaria Machado. Todos desceram e compraram Danone, pão de queijo, refrigerantes, salgadinhos, para se manterem fortes para longa caminhada que viria em alguns minutos. Fugindo um pouco da padaria e dos colegas, duas alunas foram em um salão de beleza para dar uma escovada no cabelo e uma maquiada básica. E ouço um grito: “ Léo, se você contar para alguém eu te mato. Viu?”. Sem nenhuma dúvida não contém, lógico. E om todos já alimentados, arrumados, partimos para o Instituto.
Chegando na portaria de Inhotim, ainda tivemos que esperar alguns minutos para entrar. Mas as fotos começaram a serem tiradas ali mesmo, podendo ser avistadas algumas obras externas. Juntando a turma, dezenas de fotos foram tiradas para guarda de recordação da viagem especial que fizemos. Enfim, eles autorizaram a entrada no parque. Não tinha como esconder a ansiedade, todos iam admirando a paisagem logo na entrada e passavam para adquirirem o “passaporte do conhecimento”. Assim que entramos, já avistamos um grande lago com dois patos negros que encantaram á todos que olhavam. Fotos e fotos foram tiradas dos ilustres moradores.
A primeira obra a ser visitada foi a de Cildo Meireles, se chama Através.Todos se surpreendiam com aqueles vidros quebrados, aquele aquário que davam um ar de agonia e arrepiam ao pisar nos cacos. De pouco á pouco fomos visitando cada obra de Inhotim, e a cada visita, um grande conhecimento e ao mesmo tempo nos surpreendo com aquelas obras, que para nós eram muito estranhas. Depois de um longo tempo andando pelas obras, chegava a hora do almoço. Um belo restaurante chamava a atenção de todos, e o preço também. Não agradando á todos, alguns foram comer salgados e lanches levados pelos alunos e outros almoçaram no restaurante local. Após o lanche e o almoço, sentaram e alguns até deitaram em uma pracinha toda de madeira e um ar bem agradável. Após algum tempo de descanso, fomos ao a obra mais esperada de todas, “O Som da Terra”. Como ela se localiza acima do parque, tivemos que ir de ônibus fornecido pelo parque. É uma grande emoção e surpresa. Isso porque, ao admirar aquela obra por fora e por dentro, nos damos de frente com uma grande estrutura de vidro e bem planejada. Todos ficavam de boca aberta com uma obra que é assunto no Brasil inteiro, sendo até mostrada em uma matéria do programa Fantástico. Mas um dos motivos de descontração da turma foram os carrinhos. Nas obras como “O Som da Terra”, que precisavam deles para chegarmos foi uma diversão para todos. O veículo não passava dos 15kph, mas com aquela mata fechada, curvas que nos deixavam as espreitas, davam um ar de rally no meio de Inhotim.
Cores variadas tomavam conta de todo parque. Ficávamos perdidos, sem saber para onde olhar, um lugar fora do comum. As plantas, árvores de formas diferentes, pássaros e o ar de tranqüilidade faziam seu espetáculo á parte.
O relógio já marcava 16h00, e a turma estava cansada. Mas não de ver as obras, e sim pela viagem que foi cansativa e o calor atrapalhava naquele fim de tarde. Entrando em um consenso decidimos arrumar as coisas e irmos embora. Primeiro, sentamos em uma lanchonete para fazer uma pausa e quem quisesse ir ao banheiro que fosse, mas sem demora. Mas quem disse que mulher não demora. Foram quase 20 minutos dentro do banheiro e nada delas. EEeee mulheres. Enfim, fomos todos de pouco em pouco rumo ao ônibus. No meio do caminho, adivinhe? Paramos para ver mais três obras. Era impossível resistir. Logo após paramos na lojinha da recepção para comprar alguma lembrancinha. Marina, estudante de PP comprou um chaveirinho, e diz: “não vou usar, apenas guardar de recordação”, afirma sorrindo. Então, aí sim fomos para a portaria pegar o “busão”, mas cadê ele? Ninguém o avistava. E com muita “preocupação e gentileza”, Was e Júnior vão atrás dele. Passa alguns minutos e nada da nossa condução, e dos meninos também. O que será que eles estavam aprontando? Eu não sei. Até que enfim chegaram, os alunos e o Sr.Matias com o ônibus. Todos entram, menos a professora. Ela ainda estava á procura de seu travesseiro, que ela jura que levou na viagem. Mas ninguém viu esse travesseiro, nem a cor dele. Depois de muito tempo de conversa entre a Camila e ela partimos de volta á Uberaba.
Como todos estavam exaustos ninguém ouvia nada, ninguém falava nada, a maioria estavam dormindo. Com as luzes apagadas, ouviam-se apenas os barulhos dos carros, buzinas, e faróis que passavam pela rodovia.Com uma parada em um posto para esticarmos as pernas, comer alguma coisa , acho que alertou a galera. Ao entrar no ônibus ninguém mais dormia. Quer dizer, apenas as poltronas da frente se viam as luzes apagadas. Mas o fundo, não tinha perdão, a bagunça rolava solta. Músicas foram desenterradas no meio da cantoria, como: Dança da motinha, Carolina, segura o Tchan, entre várias outras cantadas pela turma, e todos bem afinados, rsrsrsrsrs. Foi uma “zueira” só. E a Júlia? Revelou-se uma Grande dançarina. Dança muito. E a Fabi registrando toda festa que rolava no fundão. Mas infelizmente a viagem estava chegando ao fim. Passando por Araxá, deixando Wallace, Ana Luíza e Camila que moram lá. Faltando uma hora para o término da viagem, o silêncio tomava conta do ônibus. Eu mesmo que não gosto muito de dormir em viagens, não teve jeito, o sono transbordava em mim e em meus colegas.
Chegando á Uberaba, o pessoal foi acordando de pouco a pouco, pegando suas mochilas e ligando para os familiares para irem buscá-los. Descendo do ônibus na porta da Universidade se via todos cansados e loucos por um banho e um bom sono. Mas com a alegria e a emoção que foi a primeira viagem da turma.
Bom, essa viagem foi maravilhosa. Digo em meu nome e em nome de todos que essa viagem irá ficar marcada para sempre em nossa mente. E podem ter certeza que foi a primeira de muitas. Para os que foram, só alegria, e para os que não foram, é esperar a próxima para sentir o calor da galera e a união que é viajarmos todos juntos. E já pensem na próxima em galera, no próximo semestre tem que ter mais. Ééééééeééééééééééééé muitooooooooooooooooooooooooo bommmmmmmmmmmmmmmmmm.

domingo, 8 de novembro de 2009

FILME- A TROCA

FICHA TÉCNICA:

DURAÇÃO- 140 minutos
DIREÇÃO- Clint Eastwood
GÊNERO- Drama
ROTEIRO- J. Michael Strackzynski, baseado em fatos reais
ELENCO- Angelina Jolie( Christine Collins), Gattlin Griftth(Walter Collins), Michele Martins(Sandy), Michael Kelly( Detetive Lester Ybarra), Frank Wood( Ben Harris)
SITE OFICIAL- www.changelingmovie.net.

O filme "A Troca" mostra uma grande realidade do nosso Brasil. Ele aborda dois temas que nos deixam tristes ao pensar: a violência contra crianças e a corrupção policial. A história do filme se passa onde a mãe, Christine Collins(Angelina Jolie) sai para trabalhar e quando volta seu filho não está mais em casa. Após muito tempo a sua procura, mas sem sucesso, resolve ir a polícia. Passado um tempo a polícia lhe entraga um garoto parecido com seu filho, mas por dentro, como sentido de mãe, sabia que aquele não era o seu verdadeiro filho. Negando sempre que a polícia estava errada, e que não havia conseguido encotrá-lo, ela é rapitada e levada para um manicômio, onde para ela sair tinha que assinar um termo que, o menino que eles haviam entregue para ela era o seu filho, mas ela resisitiu e sempre continou com a verdade e a esperança de encontrar o verdadeiro Walter.
Isso está claro em nosso país. A cada dia que passa, aumenta cada vez mais o número de crianças mortas. nesse momento de suas vidas, as crianças são indefesas e não sabem o que pode ser de positivo ou negativo para elas. Muito das vezes, são aliciadas com um simples docinho, dinheiro ou promessas, depois disso são estupradas, assassinadas, usadas como reféns e torturadas sem o consentimento de ninguém. Para isso não acontecer mais, a polícia tinha que intervir nessa situação, mas é aí que entra o outro ponto, a corrupção. O abuso do poder é tão grande, que não tem como não perceber. Por possuírem armas e andarem de farda acham que podem mandar e desmandar em tudo e em todos. Ao contrário deles resolverem o problema, na maioria das vezes eles são os problemas. Agridem pessoas pensando de tal forma estarem ajudando a socieda. Um grande exemplo que ocorreu, foi do integrante do afroreggae, que além de ter sido violentado por assaltantes, foi roubado pelos policiais. Eles só agem quando for para enaltecer sua imagem e para beneficiá-los. Em alguns casos o dinheiro é a solução.
O governo deveria rever os conceitos para quem está sendo oferecido o poder, seja policial, político, seja qual for o cargo, se continuar desse jeito, a situação só irá piorar mais e mais.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

CURIOSIDADES!!!




Acervo de arte reunido por Roberto Marinho ganha mostra em São Paulo




Espantalho, Portinari, de 1940
Suas obras reúne quadros de Portinari, Tarsila do Amaral e Annita Mafalti. As exposição estará no Espaço Cultural BMFBOVESPA, em São Paulo. Será um evento gratuíto, que se inicia hoje dia 23 de outubro de 2009 e se estende até janeiro de 2010.
O touro (Paisagem com touro), Tarsila do Amaral, de 1925.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

RITMO VISUAL

R i t m o
Ritmo
Ri t mo

É o.


>Ritmo vem do grego “Rhytmos” e designa aquilo que
flui, que se move, movimento regulado.

>Ritmo está ligado a tempo e percepção.

>É o modo de organizar as estruturas repetidas na composição.







Ritmo Visual

>Repetição de linhas, formas e pontos
>Alternância
>Linhas: espessura, direção,tamanho.








































Ritmo na música - é a pulsação na música.
Trabalha com silêncios e sons.



A música, segundo a teoria
musical, é formada de três elementos principais. São eles o ritmo, a harmonia e a melodia. Entre esses
três elementos podemos afirmar que o ritmo é a base e o fundamento de toda
expressão musical.











R
itmo na literatura – repetição de palavras
Velocidade em que as palavras são lidas na poesia

Café com pãoCafé com pãoCafé com pão
Virgem Maria que foi isto
maquinista?
Agora simCafé com pão
Agora sim
Café com pão
Voa, fumaça
Corre, cercaAi seu foguista
Bota fogoNa fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

EFEITOS VISUAIS DE PROFUNDIDADE

Quando observamos uma obra de arte e sentimos que há uma profundidade contida nela, podemos dizer que esta profundidade implica em efeito visual obtido pela perspectiva, pela sobreposição ou diminuição dos elementos, ou ainda pelo claro escuro, cuja característica é contraste de luz e sobra apresentado na obra.





PERSPECTIVA:é o efeito de profundidade conseguido na obra por meio de trajetória das linhas que se deslocam no plano.Linhas retas paralelas, dão a sensação de convergir como aumento da distância












SUPERPOSIÇAO DE ELEMENTOS é o efeito de profundidade obtido pelo conjunto de elementos que se sobrepõem.Consegue-se uma sensação de profundidade, quando um objecto encobre parcialmente outro. Esta sensação pode ser aumentada pela presença de sombras na composição








DIMINUIÇÃO DE ELEMENTOS é o efeito de profundidade conseguido pela colocação de elementos diminuídos; os elementos maiores parecem então mais próximos do observador.















CLARO ESCURO é o efeito de profundidade obtido pelo tratamento dos elementos visuais em tons mais claros e mais escuros. Ex. nos casos da linha os traços devem ser fortes ou espessos nos elementos mais próximos , e mais fracos ou menos espessos nos elementos mais distantes.







BOM PARA CONHECER...


Instituto Inhotim

Em 2005, foi criada a Instituição Inhotim, privada e sem fins lucrativos. Inhotim em ao meio a um parque ambiental é constituído por uma sequência não linear de pavilhões, assim sendo um complexo museológico original com uma área de 1,200 hectáres.

Além de uma grande coleção de obra de arte, Inhotim tem uma interação muito grande com a naturerza. E é lá que se encontra uma das maiores coleções botânicas do mundo.A instituição se localiza em Brumadinho, à 60 quilômetros de Belo Horizonte.

Em Inhotim, possui fotografias, vídeos, pinturas, desenhos, instalações de artistas nacionais e internacionais e esculturas. O maior foco são obras feitas em 1960, mas contém um acervo de arte conteporânea desde meados de 1980. Contém um acervo de aproximadamente 500 obras e com mais de 100 artistas como, Tunga, Roberto Burle Marx e Paul Mac Carthey.

Promovendo a sociedade à uma série de ações de valores da arte, do meio ambiente, da cidadania e diversidade cultural, o a sua parte Educativa atua em duas frentes que são: Arte Educação e Educação Ambiental.

OBRAS







Adriana Varejão, Celacanto Provoca Maremoto, 2004 - 2008, óleo e gesso sobre tela, 110 X 110
cm cada, 184 peças











Hélio Oiticica e Neville D’Almeida, Cosmococa 5 Hendrix War, 1973













Jarbas Lopes, Troca-Troca, 2002, fuscas com aparelhagem de som, dimensões variáveis









Cildo Meireles - Zero Cruzeiro, litografia offset sobre papel, 7 X 15,5 cm






TRABALHOS EM SALA DE AULA...


LEITURA DE UMA OBRA DE ARTE


Eugênio de Proença Sigaud, Acidente de trabalho (1944, eucástica sobre tela, 131 x 95 cm.

DESCRIÇÃO

No cenário veem-se obras em construção, prédios. Mais ao fundo há caminhões descarregando cimento. Entre as construções, há um homem estirado no chão. Os outros homens rodeiam-no, observando-o. Os que estão mais distantes aproximam-se aos poucos. As cores são amareladas. Há alguns pássaros sobrevoando a multidão.

ANÁLISE

A visão da cena é superior inclinada, dando ao quadro noções de profundidade. Quanto mais ao fundo estão as formas, mais desfocadas parecem. A textura é áspera e as cores, amareladas e sombrias, dão um ar de tristeza à cena, reforçando a impressão do sentimento dos trabalhadores diante do companheiro caído no chão, provavelmente de um andaime.

INTERPRETAÇÃO

A imagem representa a tristeza da morte de um trabalhor, possivelmente caído de um andaime. Mostra a compaixão dos colegas pelo amigo, aparentemente já morto, rodeado pelos homens lamentando seu fim trágico.

INSTRUMENTALISMO

A obra parece ter sido feita para denunciar as más condições trabalhistas, a falta de segurança, de equipamentos adequados. E falta de preocupação e respeito diante dos trabalhadores, pessoas humildes, que dão tudo de si pelo trabalho, arriscando-se pelas necessidades que passam.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Assinatura...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O SIGNIFICADO DAS CORES




VERMELHA: É a cor do fogo e do sangue, evoca combustão, mudança de vida. Excita.





AMARELA: É a cor do sol e do ouro. Associa-se a inteligência e a sabedoria.









AZUL: É a cor do céu e do ar. Imaginação, liberdade, sonhos.










VERDE: É a cor dos vegetais. Transforma energia solar em energia químicA.









LARANJA: É a cor do fruto. É a cor da união, do desejo.










ROXA: É a cor da espiritualidade. Está também associado a majestade.









SABENDO DISSO, QUAL A SUA COR PREFERIDA???

sábado, 5 de setembro de 2009

Teoria das Cores

Uma cor não existe
apenas por si própria.
É um efeito produzido
pela reunião de três elementos:


>a existência de um objeto,
>uma iluminação suficiente,
>olhos para ver e cérebro para interpretar
.


ARco-Íris

A luz solar, aparentemente branca, é, na verdade, composta por uma infinidade de tons luminosos, entre as quais os olhos humanos apenas conseguem distinguir cerca de 700 tons diferentes.

Reagrupamo-las em sete cores:
Vermelho, cor de laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. (cores do arco-íris).




Cor é vida

>A cor é vista: impressiona a retina.
>A cor é sentida: provoca emoção.
>A cor possui valor de símbolo, podendo assim, construir uma linguagem que comunique uma idéia, que pode ser de leveza, alegria, sobriedade, etc.






As cores primárias

Cores Primárias: São as cores que não podem ser formadas por nenhuma mistura. São elas azul, amarelo e vermelho.





Cores Secundárias

Cores Secundárias: São as cores que surgem da mistura de duas cores primárias.




Cores complementares

Duas cores cuja união produz branco são chamadas de complementares. São cores opostas no disco de cores.

Ex: o vermelho é complementar do verde.
O azul é complementar do laranja.
O amarelo é complementar do violeta.










Cores Análogas

Cores análogas (ou vizinhas) são as que aparecem lado-a-lado no disco de cores.
São análogas porque há nelas uma mesma cor básica.
Elas são usadas para dar a sensação de uniformidade.









Tom

Refere-se ao maior ou menor quantidade de luz presente na cor. Quando se adiciona preto a determinado matiz, este se torna gradualmente mais escuro, e essas graduações são chamadas escalas tonais. Para se obter escalas tonais mais claras acrescenta-se branco.










A temperatura das cores

As cores têm capacidade de parecer quentes ou frias, dependendo como são utilizadas



FRIAS




QUENTES